Seguindo as pisadas dos artistas do seu tempo, Lev decide viver em Paris a sua grande paixão pela pintura. Quando eclode a Primeira Grande Guerra, Lev parte para a frente e é dado como morto num campo de batalha então, durante longas horas, ouve um camarada agonizante murmurar-lhe ao ouvido o nome de uma mulher desconhecida.
De regresso a Paris, Lev descobre que já não é capaz de pintar. E descobre também que talvez só essa mulher misteriosa cujo nome lhe foi murmurado lhe permita reencontrar a sua identidade artística perdida.
Começa então uma procura desesperada à qual se junta todo o meio artístico parisiense.
Através dos paraísos da arte e dos seus próprios demónios, Nu Deitado traça-nos o retrato de um outro mito: o Montparnasse da grande época, com as suas riquezas, a miséria dos seus ateliers de artistas e o esplendor dos seus bordéis de luxo.